Trocas pontuais e busca por ‘time ideal’: Rogério Ceni define pilares no Flamengo

Vitinho 19/12/2020 Relatar Quero comentar

Diferente de  , desde que chegou ao Flamengo, deixou claro que se espelha e que gostaria de resgatar o espírito do time campeão de tudo com Jorge Jesus em 2019. Dentre os principais pontos do trabalho do português, um se destacou: a definição de um time base e a negação por rodízio no elenco.

Por certo, Ceni ainda não conseguiu repetir a equipe em seus oito jogos no comando do Fla até aqui, mas não por opção sua. O técnico assumiu um Flamengo decepado de lesões e ainda teve de lidar com as muitas convocações de jogadores rubro-negros às Eliminatórias Sul-Americanas à Copa do Qatar, de 2022.

Em síntese, diante deste cenário, Rogério utilizou 21 jogadores até o momento, dois a menos do que Domènec usou no mesmo ínterim. No entanto, as trocas que o catalão fazia no time não eram apenas por questões pontuais, como lesão e convocação, mas também por uma crença de que a equipe renderia melhor se os atletas “mais saudáveis e descansados” estivessem em campo.

Definitivamente, Ceni não é contra o rodízio, contudo, mesmo em pouco tempo de Flamengo, já deixa claro que pretende adotar uma filosofia de time base, semelhante à de Jorge Jesus no ano mágico de 2019. Nas últimas três partidas do Mais Querido, por exemplo, manteve uma espinha dorsal e mexeu apenas por conta de percalços, como lesões e suspensão. Atletas como Diego Alves, Mauricio Isla, Filipe Luís, Rodrigo Caio, Gerson, Everton Ribeiro, Arrascaeta e Bruno Henrique, foram peças frequentes no tabuleiro de Rogério, fato que indica a busca por uma identidade.

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