Casal que se conheceu nas redes sociais durante a quarentena supera 850 km de distância com rotina de namoro virtual

Matérias Oficiais(+10% Clicks) - Jolie 16/06/2021 Relatar Quero comentar

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Leandro Garcia Alfonsi, de 33 anos, e Giovana Lopes, de 23, se conheceram como boa parte dos casais que se formaram durante a quarentena: através das redes sociais.

Enquanto Giovana navegava aleatoriamente atrás de um "carinha que ela tinha ficado semanas atrás numa festa antes da pandemia", topou com o perfil do Leandro no caminho.

Ela diz que não imaginava viver tudo o que viveu até aqui e, principalmente, ter que superar quase 850 quilômetros de distância para manter o relacionamento.

"Aquariana fluída", como ela mesmo se define, a estudante de psicologia e estagiária do Sistema Único de Saúde (SUS) vive na cidade de Juquiá, no Vale do Ribeira, no interior de São Paulo, e já tinha tido vários "namoricos" antes de conhecer o agrônomo, que vivia, na época, em Florianópolis, em Santa Catarina.

"Achei ele superbonito na foto e resolvi seguir. Quando ele liberou meu acesso, curti várias fotos, dando o sinal de que estava interessada em papear. Mas ele me ignorou solenemente. Alguns dias depois, curti outras fotos e aí ele percebeu e começamos a nos falar todos os dias", conta a jovem.

"Geralmente, não aceito pessoas estranhas no perfil, mas como ela seguia várias pessoas que eu conhecia lá da República da Unesp em Registro, onde estudei, resolvi aceitar. Quando a gente começou a conversar, foi superintenso. Ela foi fazer um curso de esoterismo e me convidou. Como não podia participar, ela prometeu que logo depois me contaria o que tinha aprendido", lembra o rapaz.

"Foi o nosso primeiro papo por videochamada. Terminou o curso, eu liguei pra ele e falamos por seis horas seguidas. Conversamos sobre tudo e sobre várias coisas, mas nenhuma palavra sobre o curso ou esoterismo. Mas algo diferente aconteceu...", afirma, aos risos, a jovem.

A partir do primeiro papo, se seguiu um mês de muitas conversas entre os dois. Os chats online duravam não menos do que cinco horas, segundo a moça.

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