9 artigos fascinantes da Wikipédia que você precisa ler.

Riessa 06/05/2021 Relatar Quero comentar

Se hoje você navega sem freio pelas listas infinitas do site de notícias bem-humoradas — e em alguns casos nem se lembra que todo site começa em algum lugar —, você certamente deve esse hábito à que talvez seja maior e mais útil experiência hipertextual da história: a Wikipédia.  

Para facilitar seu trabalho de viajar na maionese, a GALILEU, com a ajuda de seus implacáveis conselheiros — leitores parceiros sedentos por conhecimento —, fez uma pequena coletânea de artigos da Wikipedia que são interessantes demais para ignorar. Se prepare, pois depois que você clicar no primeiro, não tem mais volta.

A epidemia de dança de 1518 (sugestão do editor Nathan Fernandes)

O título é bem autoexplicativo: tudo aconteceu em Estrasburgo, em território que atualmente pertence à França. Centenas de pessoas começaram a dançar. Sem parar. A maioria morreu de exaustão após algumas semanas. E sim, essa epidemia realmente aconteceu.

  (1526/1530–1569) - Pieter Bruegel d. Ä. - Das gesamte graphische Werk. Wien-München: Schroll [o. J.], Abb. Nr. 124 (Scan durch H.-P.Haack, Leipzig)) Gravura de Hendrik Hondius feita com base em relato e desenho de um homem que teria presenciado o surto em Flandres. Segura que a música é contagiosa!

Combustão humana espontânea (sugestão da conselheira Ellen Silva)

Se você acha que a lista já começou estranha demais, não se preocupe, a gente deixa pior. Com os inexplicáveis casos de combustão humana espontânea. Em quase todas as ocorrências, braços e pernas ficaram intactos enquanto troncos e cabeças de pessoas aleatórias se incendiavam espontaneamente. Não daremos mais spoilers, leiam!

"As ideias verdes incolores dormem furiosamente"

A citação é de autoria do linguista Noam Chomsky. Ele a usou para não deixar margem de dúvida sobre um dos princípios básicos de todas as línguas humanas: o de que elas são capazes de veicular ideias inconcebíveis com frases perfeitamente gramaticais. Em outras palavras, sintaxe e semântica são coisas diferentes. Isso tudo resulta em uma infinita reflexão sobre a relação entre língua, cérebro e pensamento que não te deixará ir embora.

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